sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

força companheirada

 isso e vir acompanhando a muito tempo política, e ter sofrido mto na ditadura, de ter medo de ser cristão ( os cristãos eram comunistas - queriam o bem de todos e diziam que todos são filhos de Deus: eram teses marxistas cabeludas), teço algumas considerações. O executivo - Dilma e ministérios - é o único poder q está funcionando de fato, construindo o Brasil. O legislativo não tem rumo, vive de dar rasteiras nas leis e na população, está a serviços das empreiteiras, dos bancos, dos latifundios, das multinacionais e dos próprio bolso. O judiciário tem um bando q contraria a própria Constituição e faz cenas humorísticas frequentemente ( um gorila q dá murros no próprio peito e diz que vai comer, e come, a cabeça de seus pares e dá surras na sua nega, um javali descontrolado de boca espumante, o que mente é um mar de horror, uma gazela peluda de fala melíflua e  ruela melada, um guitarrista alucinado e contorcionista, que faz qquer negócio - mata no peito, toca nas coxas, passa glostora no cabelo, relincha aos quatro ventos para obter vantagens. O pior é que foi o único poder q não foi desfeito pela ditadura, que derrubou o executivo, fechou o legislativo, mas contou com o judiciário que nunca protestou contra o não cumprimento da constiuição e que tanto se gabam. Concluindo só o Executivo está trabalhando duro pelo país.   O PT é o único partido que existe, no seu melhor núcleo, há muitos interesseiros e desertores, mas a força moral da nação, os realmente trabalhadores sustentam a construção do país. Militante mãos à obra.. os brasileiros contam com nossa generosidade, resistência e criatividade... Dilma, Lula, Genoíno, Dirceu, demais companheiros, movimentos sociais, centrais sindicais socialistas, trabalhadores incansáveis da nossa nação... Força companheirada boa de luta...

sexta-feira, 11 de outubro de 2013


publicado em 9 de outubro de 2013 às 23:53


por Antônio David, especial para o Viomundo
Todo policial do Bope sai do quartel com seu saquinho plástico. Serve para pôr na cabeça do marginal, apertando bem na base, que fica amarrada no pescoço. O sujeito sufoca, vomita e desmaia. É meio nojento, mas eficaz. Do livro Elite da Tropa, de Luiz Eduardo Soares, André Batista e Rodrigo Pimentel
Na terça-feira passada, 1º de outubro, a Polícia Civil do RJ entregou ao Ministério Público inquérito pedindo o indiciamento de dez policiais militares que atuavam na UPP da Rocinha.
Os policiais são acusados de terem sequestrado, torturado, assassinado e ocultado o cadáver do ajudante de pedreiro Amarildo de Souza, cujo corpo continua desaparecido.
Detalhe: dentre os dez indiciados, está o ex-comandante da UPP, major Edson. Trata-se de um oficial formado pelo Bope.
Não há como deixar de lembrar do filme Tropa de Elite.
Isso porque, segundo a polícia, moradores relataram durante as investigações ja terem levado choques elétricos e já terem sofrido asfixia com sacos plásticos por policiais em busca de informações sobre traficantes e armamento.
Ora, não são exatamente essas práticas que o filme retratou?
Mas o que mais chama a atenção é o fato de que, enquanto a tortura deita e rola no filme e na vida real (pelo menos para uma parte da população), a percepção de muitos que assistiram o filme é positiva em relação ao tipo de policial que o filme retrata.
É sintomática a capa da revista Veja, de 10 de novembro de 2010. Sob a imagem do Capitão Nascimento, a chamada anuncia: “O primeiro super-herói brasileiro. Ele é incorruptível, implacável com bandidos e espanca políticos degenerados”. E promete: “Que recado estão dando os milhões de brasileiros que viram e aplaudiram o filme?”.
Não tratarei da reportagem. O leitor do Viomundo não merece tal desprazer.
É inegável. De fato, “milhões viram e aplaudiram o filme”. Mas será que esses milhões não viram que os “super-heróis” sequestram, torturam e matam? Não viram as cenas de asfixia com saco plástico? Não viram, ao final deTropa de Elite 2, um policial prestes a matar “com a 12″ um traficante já rendido? Claro que viram. E, no entanto, aplaudiram.
Uma parte talvez não se dê conta de que o filme retrata a vida real. Outra parte talvez saiba disso, e não se importa. E há aqueles que sabem e, justamente por isso, aplaudem. Certamente Veja não está entre os primeiros. Duvido que esteja entre os segundos.
O mais inquietante na esdrúxula capa é saber que os crimes praticados no filme por policiais do Bope convivem com a imagem de que estes mesmos policiais seriam “incorruptíveis”, quando na verdade não há corrupção maior do que sequestrar, torturar e assassinar.
Claro está, e não é novidade, que a revista Veja tem um critério não só seletivo mas também bastante sui generis de corrupção.
O ponto é que, ao promover a imagem do policial “incorruptível”, do “super-herói”, Veja ignora solenemente as práticas de tortura e assassinato que o filme retrata, e que ocorrem de maneira recorrente e sistemática na vida real para milhões de brasileiros que vivem em periferias urbanas.
Contudo, o problema maior não está em ignorá-los, mas em transformá-los no seu exato oposto. Na abordagem de Veja, tortura e assassinato praticados por policiais passaram de crimes a algo normal, que deve ser encarado com naturalidade.
Ao cabo, é como se a revista tivesse dito: exatamente porque sequestra, tortura e mata, ou seja, sendo “implacável com bandidos”, é que o capitão Nascimento é o nosso herói.
Ocorre que isso não pode ser dito, pelo menos não de maneira tão explícita e aberta. A naturalização dos crimes praticados pelos policiais do Bope no filme é feita, na abordagem da revista, exatamente quando Veja silencia sobre eles. Passam despercebido.
Temos aqui uma prática recorrente do tipo de direita que se formou no Brasil. O fascismo é naturalizado na medida em que é silenciado, na medida em que passa despercebido, na medida em que é incorporado à paisagem. O fascismo não é explicitado, mas silenciado. A revista Veja não precisa defender abertamente a tortura praticada por policiais. Ela o faz veladamente, quando silencia.
Daí porque a crítica à direita brasileira envolve voltar-se para estes silêncios e fazê-los falar, obrigá-los a falar, exigir que falem – o que verdadeiramente pensam, o que verdadeiramente pressupõem, e que é estrategicamente silenciado.
Que fique claro: ao retratar um torturador e assassino como o “super-herói nacional”, Veja transforma em “super-herói nacional” exatamente os assassinos de Amarildo (e de tantos outros).
Em tempo: reportagem publicada pela Folha de S. Paulo mostra que o número de desaparecidos em 18 regiões onde há UPPs aumentou 56% entre 2008 e 2011
Antônio David é pós-graduando em filosofia na USP e mantém uma página no Facebook para divulgação de pesquisas e análises sobre o Brasil.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Quem acredita que este Congresso Nacional é capaz de mudar o sistema político e inviabilizar suas próprias carreiras? As mobilizações populares em junho deram um recado bem claro quanto à insatisfação com o atual sistema político. Se o Congresso Nacional é incapaz de responder à voz das ruas, realizemos um plebiscito popular que consulte a população sobre a convocação de uma constituinte exclusiva e específica do sistema político.
A jornada de 11 de julho representou um passo fundamental para que a pauta histórica da esquerda e suas reformas estruturais entrem na disputa realmente existente na sociedade. É notório o desgaste das instituições da República que herdamos da transição democrática conservadora. Trata-se de uma ruptura dos anseios populares com estas instituições. O maior desgaste é verificado na rejeição ao atual sistema político que é vulnerável ao poder econômico e favorece o fortalecimento de tradicionais oligarquias políticas. É nesse contexto que surge a oportunidade de pautarmos a reforma do sistema político. 
As mobilizações de junho e julho representaram uma nova alternativa na conjuntura, que coloca na agenda da sociedade a necessidade de reformas estruturais, e, entre elas, a reforma do sistema político. E o caminho para conquistar as reformas estruturais, para resolver os problemas do povo, é a conjugação de três movimentos complementares: as lutas sociais concretas de cada categoria ou setor; as mobilizações e pressões de rua; e a via institucional da convocação de uma constituinte soberana e exclusiva.
O Plebiscito Popular tem o potencial de se converter num momento importante de educação política para toda a sociedade. Além disso, contribuirá para formar uma nova geração de lutadores e lutadoras do povo que saíram às ruas em junho e que contribuirão para viabilizar as mudanças estruturais em nosso país. Uma construção aberta para o povo brasileiro e para as diversas forças populares que lutam por um Brasil justo e soberano. O momento é propício para o trabalho de base e participação da sociedade.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Exclusiva

io Araujo
Tendência: A favor
Comentário:A reforma política tem de ser nos moldes do que nós queremos. Nesse sentido não devemos esperar que a quadrilha do congresso faça a reforma, porque, é claro, que eles querem sempre sair ganhando. A nossa reforma é contra os interesses deles. Essa corja tem de sair do congresso.

domingo, 1 de setembro de 2013

reforma de verdade

Nome:Sebastião Farias (Rondônia)
Tendência: A favor
Comentário:"REFORMA POLÍTICA E PARTIDÁRIA DO BRASIL: É HORA DO POVO DIZER COMO QUER, AMPLA OU RESTRITA? Parte II Assim é que, por não concordar com o que acima foi exposto, afirma Farias, quando se falou pela primeira vez em Reforma Política, encaminhamos a título de contribuição em 19.06.1997, na condição de Presidente da Associação dos Engºs Agrônomos do Ministério da Agricultura em Rondônia – AEAMA/RO, aos Relatores da Reforma Política, na Câmara Federal, ao Dep. Fed. Carlos Apolinário e no Senado Federal, ao Sen. Sergio Machado, 10 teses através dos Ofícios nº 021 e 022/97-AEAMA/RO, respectivamente, sendo que delas, todas foram consideradas no Relatório Final Consolidado divulgado no 4º trimestre de 1998, dentre elas, p. ex. financiamento público das campanhas eleitorais, essencial para fazer justiça aos bons candidatos de baixa renda. A única e mais importante de nossas 10 teses, que não foi considerada até hoje, conclui Farias, foi a tese de Fidelidade ao Mandato, tema que jamais alguém se referiu como sugestão, a não ser nós, mas não desistimos e, já no dia 27.02.2004, momento de nova discussão da Reforma Política, encaminhamos expedientes aos Dep. Federais João Paulo Cunha (Presidente da Câmara dos Deputados); Alexandre Cardoso (Presidente da Comissão Especial de Reforma Política da Câmara Federal) e Ronaldo Caiado (Relator da Comissão Especial de Reforma Política da Câmara Federal), solicitando empenho e boa vontade de todos na análise e aceitação de nossa contribuição. Agora em 2011, mais uma vez, encaminhamos via e-mail, no dia 23 de fevereiro ao Sen. Francisco Dornelles, Md. Presidente da Comissão da Reforma Política e Partidária do Senado Federal, extensivas aos demais membros da Comissão, as mesmas sugestões com as mesmas recomendações de que a população participe ativamente do Processo. Com o mesmo objetivo e cobranças, reforça Farias, as propostas e sugestões dos Agrônomos de Rondônia para o aperfeiçoamento da Reforma Política e Partidária do Brasil, foram submetidas, também por e-mails, no dia 27 de fevereiro, ao Presidente da Câmara Federal, Dep. Fed. Marco Maia e às autoridades representantes dos 03 Poderes Constitucionais da República Federativa do Brasil, para conhecimento, apreciação e possibilidade de adoção das idéias apresentadas. Lamentamos que as Universidades, os Conselhos de Fiscalização do Exercício Profissional, as Entidades Estudantis, as Igrejas, a OAB, os Sindicatos, as Escolas Públicas e/ou Privadas e outras entidades formadoras de opinião, etc, não tenham e nem dêem a importância e destaque que o tema tem para o país, a não ser, a de apresentarem remendos pontuais, que não levam e não resolvem o problema a partir de sua raiz, que exige sim, uma reforma ampla e geral. O Brasil agradeceria essa contribuição de todos, em não deixarem decisão tão essencial para a vida de todos, apenas, nas mãos de poucos políticos, nesse momento, depois, bem depois é só chorar e reclamar, a carruagem passou. Bom, firmado nossa contribuição e dado nosso alerta, fizemos nossa parte como cidadão e, com certeza, outras pessoas entenderão nosso apelo e haverão de aperfeiçoá-lo e só assim, a nação participará, efetivamente, dessas discussões e o povo, terá seu poder soberano reconhecido". Segue o endereço abaixo: para quem tiver curiosudade em conhecer e melhorar nossas propostas integrais e os registros de encaminhamentos, não deixem para depois: http://www.gentedeopiniao.com.br/lerConteudo.php?news=80869

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

democracia real

Isidoro Guedes


Enquanto não for feita uma reforma política e eleitoral séria e se estabelecer um marco regulatório para a mídia, acabando com monopólios que tem o poder de manipular informações e tutelar autoridades públicas e ameaçar as instituições e o Estado, não poderemos jamais dizer a plenos pulmões que nossa democracia está madura e consolidada.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Rubens Santana


Num país em que médicos fazem protesto,pedindo “reserva de mercado, e muita gente joga contra a reforma política, só está faltando manifestantes contra a cura do câncer.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

No momento atual, mudar o sistema político significa o seguinte: fazer uma reforma política imediatamente, para 2014, contemplando quatro pontos:

1- Fortalecimento da democracia direta - com regras que facilitem e estimulem a participação da população nas decisões do legislativo e do executivo: projetos de lei de iniciativa popular, plebiscitos e referendos;

2- Fortalecimento da democracia participativa, com mudanças no sistema eleitoral (há várias possibilidades) e fortalecimentos, transparência e fiscalização dos partidos políticos;

3- Democratização e transparência no Poder Judiciário;

4- Desprivatização das eleições, com redução no custo das campanhas, financiamento público das campanhas e candidaturas comprometidas com plataformas claras, reduzindo o fisiologismo e a relação promíscua de candidatos e eleitos com os interesses privados.

Mas é preciso, também, em paralelo, ao mesmo tempo, com urgência, renovar e ampliar o Marco Regulatório das Comunicações, garantindo pluralidade na comunicação eletrônica, cumprimento das legislação de concessões públicas e regulamentação de todos os artigos da constituição de 1988 (!) que garantem diversidade nas comunicações no Brasil. Para ampliar a democracia, precisamos ampliar a possibilidade de exercitarmos a retórica, o debate público acerca do interesse público. Mas uma sociedade que se nega - seja por via parlamentar, midiática ou religiosa - a reconhecer que todos os grupos e pessoas temos direito a ter direitos e reinventá-los permanentemente, a fortalecer uma comunicação pública que escancare nossas mazelas e esperanças (lembremos que as regras atuais inibem fortemente a TV Brasil de ser uma TV competitiva e atraente) e a discutir a qualidade de sua democracia, passa a flertar com saídas populistas e autoritárias.

São esses caminhos que temos pra seguir. Se não o fizermos com sentimento de urgência, seguiremos parcelando nossas indignações e garantindo por longo tempo o charme de nossa democracia corrompida.